Dicas para comprar roupas importadas realmente originais! www.figoverde.com.br

roupasimportadasoriginaisHoje vamos dedicar mais um post no blog da Figo Verde sobre como compras roupas importadas realmente originais. Com o aumento do comércio de roupas de baixa qualidade e réplicas de marcas famosas como Hollister, Aeropostale, Abercrombie e Gap, os consumidores precisam ter certeza que não estão comprando gato por lebre.

Como já falamos em outros posts, o grande problema do comércio de importados é a venda de falsos como se fossem originais. Você paga pelo preço da original e recebe uma pela genérica barata. Não tem coisa mais frustante que receber seu pacote e constatar que trata-se de uma simples cópia. Uma roupa falsificada tem a qualidade muito inferior comparada com uma original. A única semelhança com a verdadeira é a logomarca bordada ou estampa no peito. Marcas como Hollister, Abercrombie & Fitch, Aeropostale, Gap, entre outras, prezam pela qualidade do tecido, perfeição nos cortes, bordados, lavagem e coloração e é exatamente isso que você quer levar quando realiza a compra.

Vamos verificar algumas dicas e cuidados simples que devemos tomar antes de comprar uma roupa importada.

  1. Desconfie de preços muito baixos.
    Lembre-se que roupas de marcas como Hollister, Aeropostale, Abercrombie e GAP são vendidas no exterior (em dolar $) e tem custos de câmbio, transporte, tributação etc
  2. Desconfie de loja que possuem todos os tamanhos de todos os modelos sempre (PP, P,M, G, GG). A marca Hollister, por exemplo, se quer fabrica peças GG (XL) para o público feminino.
    Este fato é um indício que talvez a loja não tenha aquele produto ou adquiriu grandes lotes de réplicas da mesma.
  3. Pesquise sobre a loja no Google
    Como todos já sabem, esse buscador tem de tudo e com certeza terá o histórico dessa loja como tempo de atividade no mercado, elogios e reclamações.

  4. Visite as redes socias da loja: Facebook, Instagram, Twiiter, Google Plus etc
    Nas redes socias dá pra encontrar comentários, fotos de produtos, historico de atividades, promoções, entre outros.
  5. Leia os depoimentos dos clientes nas redes sociais
  6. Consulte orgãos de reclamação e proteção ao consumidor
    As lojas do seguimento de importados com números elevads de reclamações costumam apresentar vários relatos de clientes insatisfeitos com a originalidade dos itens recebidos. Fuja delas!
    Os orgão mais famosos para consulta são: Reclame Aqui e O Reclamão.
  7. Verifique se a loja possui CNPJ

  8. Na dúvida faça contato com a loja por telefone, Chat ou e-mail.

Esperamos que tenham gostado das dicas.

Confira todas as opções na Loja de Roupas Online Figo Verde.

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Novas blusas da Hollister, Aeropostale e Abercrombie, coleção Outono Inverno!

Já estamos no Outono, uma estação agradável e perfeita para começar a renovar o guarda roupas! É hora de começar a pensar em manga longas e tecidos mais quentes. O Outono é a estação do ano que ocorre após o verão e antes do inverno, sendo assim considerado como um período de transição entre essas duas estações antagônicas. No Hemisfério Sul, o início do outono ocorre entre os dias 20 e 21 de março e o seu término acontece entre 20 e 21 de junho. Já no Hemisfério Norte, o seu início acontece entre os dias 22 e 23 de setembro e o seu encerramento entre os dias 21 e 22 de dezembro.

Algumas caracteristicas da estação:

• Aumento da incidência de ventos;
• Redução gradativa das temperaturas;
• Maior incidência de nevoeiros pela manhã;
• Diminuição da umidade do ar;

A Figo Verde está com novas coleções de camisetas manga longa e moletons das marcas Aeropostale, Hollister, Abercrombie e GAP.

Veja abaixo algumas peças da nova coleção Outono-Inverno.

Abercrombie

Camiseta masculina manga longa da Abercrombie.

Aeropostale

Moletom feminino da Aeropostale

 

Hollister

Camisrta Masculina manga longa da Hollister

Hollister

Blusa feminina manga longa da Hollister

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Verão! É tempo de renovar o guarda-roupa! Vai de Hollister, Aero e AF

Passamos o ano todo esperando o aclamado verão, afinal não vemos a hora de guardarmos os moletons, malhas e tudo aquilo que remete ao frio! Ainda estamos no inicio da estação e as altas temperaturas nos faz pensar como seria bom usarmos roupas leves, camisetas com algodão especial ou peças realmente preparadas para uma temperatura tão severa.

Diversas marcas lançam coleções de acordo com o clima. A marca Hollister, por exemplo possui coleções com tecidos mais encorpados ou mais leves, de acordo com as estações do ano. Atualmente a Figo Verde está com diversas camisetas da Hollister preparadas para o verão. O tecido é mais leve e por vezes possui poliester em sua composição.

Abaixo você pode visualizar algumas peças dessa coleção. Aproveite o verão e conte com a Figo Verde para renovar o guarda-roupas para a estação mais quente e cobiçada do ano.

Camisas Hollister

Camiseta da Hollister masculina

Camisas Hollister

Camiseta Hollister masculina

Camiseta Hollister feminina

Camiseta Hollister feminina

Camiseta Hollister feminina

Camiseta Hollister feminina

A Figo Verde é uma loja online que comercializa exclusivamente roupas importadas originais. Atualmente somos referência no e-commerce brasileiro pela qualidade dos produtos e pelo total respeito aos consumidores – www.figoverde.com.br

Toda a equipe Figo Verde é focada no bom atendimento e auxilia seus clientes a terem excelentes experiências de compras na internet. Todas as roupas e acessórios das marcas Aeropostale, Hollister, Abercrombie & Fitch e Gap já estão no Brasil para envio imediato.

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Que signo você é? Saiba que cor vestir de acordo com seu signo

Com o começo de um novo ano e em busca de novas inspirações, pesquisamos sobre as cores e signos! Acreditando ou não em Astrologia vale pena dar uma espiada e descubrir as cores que combinam com seu signo.

Áries: corajosa e ousada, as cores fortes têm tudo a ver com você. Como pertence ao elemento Fogo e tem Marte como seu protetor, suas cores são vermelho, amarelo, salmãogoiaba.

Blusa feminina vermelha da Hollister – Ariana

Camiseta Hollister vermelha – Ariano


Touro
: você precisa de segurança e tranquilidade e as cores verde e azul te trarão isso. Sob a regência de Vênus, o lilás também é um aliado forte junto aos tons pastel trazidos por seu elemento, Terra.

Camiseta Hollister masculina – Taurino

Blusa feminina azul da Aeropostale – Taurina

Gêmeos: volúvel e comunicativa, você tem jogo de cintura de sobra. Por isso pode usar combinações opostas sem medo, como rosa e azul ou lilás e tons amarelados.

Camiseta masculina Aeropostale rosa – Geminianos

Blusa feminina Hollister – Geminiana


Câncer
: sensível, o rosa demonstra toda sua dedicação àqueles a sua volta. Mas são as cores sóbrias branco, cinza e prata que mais te trazem a segurança que você precisa.

Blusa Hollister feminina branca – Cancer

Camiseta Hollister masculina – Cancer

Leão: regida pelo Sol, a leonina pode irradiar sua personalidade forte com amarelo, laranja edourado. Para ter o reconhecimento que tanto busca, abuse também do azul, que passa tranquilidade e segurança.

Virgem: organizada e detalhista, as cores azul, branco, preto e tons pastel são perfeitas para dar a segurança e discrição que você busca e sentir-se bem consigo mesma.

Libra: as pessoas à sua volta fazem toda a diferença. Para agradá-los, a variação entre rosa eazul pode ser feita sem medo. Cordial e tranquila, o tons de verde e pastel também ajudam a manter o equilíbrio em suas relações.

Escorpião: intensa como só uma escorpiana pode ser, as cores rosa e tons avermelhados te servem como ninguém. Mas seu lado misterioso pede a cor preta à disposição. O verdetambém lhe cai bem.

Sagitário: tendo o Fogo como seu elemento, sua vontade de aventurar-se pede as cores vermelho, pink e vinho no seu guarda-roupa. Já seu desejo de liberdade e sua sinceridade podem ser representados pelo azul.

Capricórnio: ninguém tem os pés no chão e nem representa seu elemento, Terra, como você. Por isso, conte sempre com as cores preto, verde, marrom e cinza para buscar seus objetivos.

Aquário: independente e rebelde, seu signo pode abusar da mistura de cores e do preto. Regida por Urano e tendo o Ar como seu elemento, o lilás e o azul também podem aperfeiçoar sua rapidez de pensamento.

Peixes: sua espiritualidade e sensibilidade são representadas pelo verde e pelo branco. Porém, a instabilidade emocional que a cerca permite o uso das cores opostas, como o violeta eamarelo escuro, para equilibrar o turbilhão em que vive.

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Já sabe que roupa vai usar no Reveillon?

Já sabe que roupa vai usar no Reveillon? E a cor? Não importa qual roupa vai usar, o importante é estar confortável e procurar peças que realmente traduzam o espirito de um novo ano em sua vida!
Se está buscando paz, use branco, se está a procura de um grande amor use o vermelho e terá um ano repleto de paixão. Se estiver precisando de dinheiro a melhor cor para usar no Reveillon é o Amarelo. Se estiver a procura de inspiração e estabilidade o ideal é usar uma peça de roupa violeta e para a paz de espírito o azul.  Mas o que realmente importa é a sua atitude e principalmente  o pensamento positivo.

Roupa Branca – Um ano novo repleto de Paz.
Roupa Amarela – Dinheiro e Riqueza sempre estarão presentes.
Roupa Rosa – Felicidade no Amor.
Roupa Vermelha – Um ano de muita Paixão.
Roupa Azul – Paz de Espírito.
Roupa Verde – Esperança e Equilíbrio.
Roupa Laranja – Sucesso Monetário.
Roupa Violeta – Inspiração e Estabilidade.

Veja alguns exemplos:

Camiseta Hollister

Blusa feminina hollister

 

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Camisa importada Aeropostale Amarela

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Saiba mais sobre a História do Natal – www.figoverde.com.br

Hoje nosso post é todo sobre o Natal! O Natal na Figo Verde já começou e toda a equipe curte demais cada momento desta época tão especial do ano. Quando o fim do ano chega, tudo parece transformar-se e durante todo o periodo que antecede o Natal, tudo gira em torno dele. Pensamos na ceia, nos presentes, na roupa que usaremos, na familia, nos amigos, enfim… Por isso tudo, pesquisamos um pouco sobre a origem do Natal e seus significados.

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Origem do Natal e o significado da comemoração

O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal.

As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Belém e entregarem os presentes (ouro, mirra e incenso) ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam montar as árvores e outras decorações natalinas no começo de dezembro e desmontá-las até 12 dias após o Natal. Do ponto de vista cronológico, o Natal é uma data de grande importância para o Ocidente, pois marca o ano 1 da nossa História.

 A Árvore de Natal e o Presépio

Arvore de Natal -  Figo Verde
Em quase todos os países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para decorar casas e outros ambientes. Em conjunto com as decorações natalinas, as árvores proporcionam um clima especial neste período. Acredita-se que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta.

Esta tradição foi trazida para o continente americano por alguns alemães, que vieram morar na América durante o período colonial. No Brasil, país de maioria cristã, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares, pois, além de decorar, simbolizam alegria, paz e esperança.

O presépio também representa uma importante decoração natalina. Ele mostra o cenário do nascimento de Jesus, ou seja, uma manjedoura, os animais, os reis Magos e os pais do menino. Esta tradição de montar presépios teve início com São Francisco de Assis, no século XIII. As músicas de Natal também fazem parte desta linda festa.

O Papai Noel : origem e tradição

Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.

Foi transformado em santo (São Nicolau) pela Igreja Católica, após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele. A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos, ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.

A roupa do Papai Noel 

Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.

Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.

Curiosidade: o nome do Papai Noel em outros países

Alemanha (Weihnachtsmann, O “Homem do Natal”), Argentina, Espanha, Colômbia, Paraguai e Uruguai (Papá Noel), Chile (Viejito Pascuero), Dinamarca (Julemanden), França (Père Noël), Itália (Babbo Natale), México (Santa Claus), Holanda (Kerstman, “Homem do Natal), POrtugal (Pai Natal), Inglaterra (Father Christmas), Suécia (Jultomte), Estados Unidos (Santa Claus), Rússia (Ded Moroz).

Fonte: suapesquisa.com/

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Você conhece a História das Camisetas? www.figoverde.com.br

História das camisetas

As camisetas são uma parte fundamental no nosso vestuário diário, sem elas seria muito mais complicado e desconfortável escolher o que vestir.

Antigamente as camisetas faziam parte da roupa íntima. Usadas como segunda pele, as camisetas foram criadas para proteger os operários do frio e absorver o suor do corpo. Quase oito décadas depois, se transformaram em forma de expressão de estilo e individualidade, além de ser uma peça que serve de código e de comunicação para muitos grupos e organizações.

Camiseta é a tradução brasileira para T-shirt, ela se resume, meio que tecnicamente, a um pedaço de pano, na maior parte das vezes de algodão, em formato de T.

1ª Guerra Mundial – Soldados europeus usam, por baixo dos uniformes, confortáveis camisetas feitas de algodão. Os americanos, morrendo de calor em seus uniformes de lã, adoram a novidade e a levam para os Estados Unidos. O design em formato de T leva a peça a ficar conhecida como T-shirt, em inglês.

2ª Guerra Mundial – A camiseta é peça-chave no uniforme da Marinha e do Exército Americano. Ainda é considerada roupa de baixo, mas o público acostuma-se a ver nas revistas fotos dos soldados com camiseta, sem camisa por cima, ao fazerem trabalhos pesados ou em lugares quentes.

1948 – Candidato à presidência dos Estados Unidos, Thomas E. Dewey faz uma das primeiras camisetas de propaganda da história, com os dizeres “Dew it for Dewey”.

1951 – Marlon Brando aparece de camiseta no filme Um Bonde Chamado Desejo. A peça é o destaque perfeito para os músculos do ator. A partir dessa época, a camiseta sem camisa por cima passa a fazer parte da indumentária das pessoas também na vida civil.

1955 – Na trilha aberta por Brando, James Dean aparece de camiseta no filme Juventude Transviada. Camiseta vira sinônimo de rebeldia e contestação. As crianças continuam usando a camiseta por baixo da roupa, pois não era considerado adequado ficarem em mangas de camisa.

James Dean usando camiseta

James Dean usando camiseta

Anos 60 – Na esteira do movimentos anti-guerra e a favor da liberdade, a camiseta veste as cores psicodélicas dos hippies e passa a trazer mensagens pacifistas, na linha de “Faça Amor, Não Faça Guerra”. Nessa época, as mulheres também passam a usar a peça, que se torna unissex.

Anos 70 – As camisetas são usadas tanto como meio de expressão dos anseios da juventude quanto como suporte para propaganda, carregando símbolos de marcas de refrigerante.

Anos 80 – Na década dos yuppies, jovens ligados ao consumismo e ao individualismo, a moda passa a ser ostentação de dinheiro e poder, e a camiseta começa a trazer bem grande as marcas das grifes.

Anos 90 – A falta de ideologia dos jovens da década aparece nas roupas largas e largadas dos grunges. A camiseta é usada por qualquer segmento da sociedade, sem comprometimento com causas, ideologias ou faixa etária.

Anos 2000 – Não existem regras. A customização é a palavra de ordem. A camiseta continua democrática e servindo a todos os gostos, desde as campanhas políticas à estampa de filmes e grupos musicais preferidos. As grandes marcas começam a investir mais nas linhas infantis, e cada vez mais peças voltadas a esse público são produzidas.

Conheça as todas as opções de camisetas e roupas importadas da Figo Verde.

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Figo Verde Roupas importadas

Roupas datadas de 1903

Sempre procuramos trazer ao nosso blog, assuntos interessantes e relevantes do mundo da moda. Hoje vamos falar sobre a origem das roupas. Isso mesmo! Afinal, alguém sabe onde e quando o homem passou a se vestir? Pesquisamos em alguns sites e encontramos algumas matérias boas para compartilhar. Esperamos que curtam!

Origem das Roupas

Roupa, traje, ou vestimenta, é o que usamos habitualmente para cobrir nosso corpo, e sua história revela uma evolução intimamente ligada à dos costumes. A Bíblia relaciona a origem do vestuário com o conceito do pecado, explicando que Adão e Eva reconheceram que estavam nus após comerem o fruto da árvore do Bem e do Mal, e por isso passaram a usar uma cinta feita com folhas de figueira. Nas regiões mais quentes da Terra os homens primitivos andavam nus porque não possuíam qualquer noção de pudor.

Dados como esses fizeram surgir a certeza de que foram as variações meteorológicas que impuseram ao homem de antigamente a necessidade de cobrir o corpo com alguma coisa.

Documentos da Idade da Pedra Polida evidenciam que o homem de então já usava um traje que consistiria numa proteção sumária igual à tanga ainda hoje utilizada por alguns povos selvagens, acrescida, no inverno, de peles de animais.

Mais adiante, na Assíria e Babilônia, o traje atingiu uma fase de adorno, consistindo numa espécie de camisões com mangas que diferenciavam as classes sociais apenas pela tonalidade do tecido. A vestimenta dos egípcios consistia essencialmente num avental pendente da cintura, que se alargou entre as classes mais ricas durante as dinastias faraônicas, transformando-se numa saia que descia até os joelhos; a túnica, comum a ambos os sexos, consistia em duas peças alongadas, presas nos ombros pelas pontas e fixadas à cintura por meio de um cinto, embora as mulheres costumassem acrescentar a ela um pequeno xale transparente e de cores vivas. Posteriormente, quando por influência asiática, as túnicas passaram a ser de tecido transparente, as escravas das famílias ricas começaram a andar quase despidas, usando apenas cintas e adornos.

Os hebreus vestiam túnicas largas, com mangas, colocando por cima delas mantos quadrados e enfeitados com riscas de várias cores. O traje dos fenícios era semelhante ao dos hebreus, embora mais luxuosos. As estátuas gregas atestam a perfeição que os helenos procuravam atingir, inclusive no seu modo de trajar: homens e mulheres vestiam uma túnica que chegava aos joelhos deles e aos pés delas, além de outras peças sobrepostas, cuja função era a de embelezar o vestuário. Os romanos usaram inicialmente um camisão curto que caía sobre o corpo, ao qual davam o nome de ruga; a toga foi um traje nacional, enriquecido e modificado através dos tempos de acordo com a classe social a que pertencia os que a usavam; as damas patrícias acrescentavam à sua roupa, por muito tempo semelhante à dos homens, um véu transparente, enquanto as donzelas casavam com uma túnica branca e um cinturão que deveria ser arrancado pelo noivo. No período de decadência do império, o traje romano, em grande parte imitado do grego, deixou-se influenciar por muitos elementos de outras origens. Os bárbaros, de modo geral, usavam trajes simples. Nos primeiros tempos de sua invasão, os francos, da Espanha, usavam uma camisa de linho, calção justo de lã, corpete também de linho e cabeça coberta com gorro, mas aos poucos, porém, os invasores do Império Romano passaram a usar as vestes locais. Quanto aos árabes, eles sempre tiveram um traje mais ou menos uniforme: a manta do deserto, os calções largos do homem nômade, a faixa cingida à cintura e a aljuba, veste curta semelhante a um colete, com mangas ou meia-mangas, justa ao corpo; já as mulheres usavam túnicas e véus que lhes cobriam parte do rosto.

Nos primeiros séculos da Idade Média, os trajes da Europa Ocidental caracterizavam-se por uma busca de simplicidade que pudesse demonstrar o espírito religioso da época:  por isso as mulheres usavam um traje ondulado que lhes encobria os contornos do corpo, enquanto os nobres também trataram de se adaptar a esse conceito procurando afastar-se o luxo do pagnismo. Apesar disso, no leste do continente ainda persistiam as influências asiáticas quanto ao luxo nos vestuários, tanto que com o advento das Cruzadas, o próprio Ocidente europeu se deixou influenciar pelos hábitos orientais, fazendo com que os trajes, tanto masculinos quanto femininos, evoluíssem para maior ostentação de riqueza. No século 12, isso foi influenciado consideravelmente pela arte bizantina, pois homens e mulheres passaram a usar roupas com maior finura de linhas; as mangas tornaram-se mais compridas, a ponto de chegarem ao chão; os mais ricos recorreram aos brocados asiáticos e aos roupões orientais; os nobres caracterizavam-se pela sua cota de malhas, justa, franjada e com bordados e pedrarias, além de manto solto e forrado de peles.

No século 13 o traje tornou-se mais severo, com os cavalheiros usando calças justas até a ponta dos pés, mas as damas rivalizavam com eles no uso de tecidos caros. No século 14, o gibão militar tornou-se também traje civil masculino, ao lado da beca, da camisa e do espartilho, além de calções ou calças, mas os grandes senhores usavam, ainda, capas ou sobretudos de mangas compridas; em meados dessa mesma época apareceram trajes femininos mais graciosos que as vestes onduladas tradicionais. No século 15 tornou-se mais evidente a vaidade no trajar: os vestidos tinham uma gola bem larga, as mangas eram muito justas e terminavam em punhos largos de pele ou seda; os homens ostentavam bonés altos e calças escorridas. Na segunda metade desse século a camisa passou a ser usada com uma abertura no pescoço, tornando-se moda a roupa branca luxuosa, mas no final do mesmo período, as saias das damas começaram a alargar-se na cintura. Na Espanha, surgiu a moda de terem as senhoras e donzelas uma cintura de vespa, e para isso os vestidos eram repuxados para as costas e para o peito. Após a queda de Constantinopla, o traje turco modificou-se consideravelmente: ambos os sexos passaram a se vestir de modo semelhante – camisa, calça ou calção largo, cinturão e turbante. A indumentária feminina divergia apenas porque os tecidos eram mais ricos e finos, e havia maior abundância de adornos.

Nos séculos 16 e 17 o traje europeu sofreu profundas modificações, evoluindo para formas mais graciosas. Os vestidos alargaram-se; as damas tinham corpetes muito decotados, bordados a ouro, vestidos de seda rica, aventais e capaz com capuz, ao passo que os homens usavam cabelo comprido, pescoço nu e peito erguido, além de decotes em suas roupas. A classe média adotava o padrão de roupas sem gola, manga de saco provida de punho, manto de gola alta e corpetes ajustados ao corpo. Em meados do século 17, o barroquismo, na Espanha e Portugal, refletiu-se também no modo de vestir, surgindo as vestes de gola alta com bordados a ouro e prata, enquanto as vestes femininas sofriam poucas modificações. As classes nobres da França caracterizaram-se igualmente, na época, pelo luxo do vestuário, o que se acentuou no século 18. A Revolução Francesa implantou vestes simples, abolindo-se também as cabeleiras para os homens. O Diretório (Corpo executivo que regeu a França de 10/95 a 11/99) caracterizou-se pelos vestidos femininos de cintura alta e decote pronunciado. Em meados do século 19 o calção masculino desapareceu definitivamente, substituído pela calça bem justa.

No começo do século 20 as mulheres usavam saias muito compridas e os homens colarinhos engomados muito altos. Em 1914 desapareceu a cauda na saia das mulheres, suprimiu-se o véu, e os costureiros parisienses, verdadeiros ditadores da moda, tendiam já para certa simplicidade. Com a divulgação das práticas esportivas, os trajes passaram a visar maior liberdade de movimento, e ao final da 1ª Grande Guerra, acentuou-se a tendência para vestidos femininos mais curtos. O traje masculino voltou-se para uma simplificação e alguma padronização, enquanto o feminino continuava a variar consideravelmente, de ano para ano. No Oriente, os chineses e japoneses conservaram até hoje os seus trajes tradicionais, embora nos últimos anos tenha sido observada a penetração cada vez maior dos modelos de roupa ocidentais. Em muitos países ainda existem modelos de roupa tradicionais, usados principalmente nas aldeias, e que se conservam como tradição local. Os trajes eclesiásticos, militares e afins, tiveram igualmente, através dos tempos, um processo evolutivo diferente do das roupas comuns.

Fonte: Enciclopédia Brasileira Mérito

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Camiseta Abercrombie Feminina, Short Abercrombie Feminino e Bracelete Aeropostale, de bem com o verão!

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Camiseta Hollister, Bermuda Hollister e Colar Hollister

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